Por que uma Startup precisa de uma Assessoria de Imprensa?

Para as empresas que acabaram de nascer, a verba de divulgação voltada à propaganda é infinitamente menor do que para as grandes, ou seja, o investimento em publicidade torna-se um tiro de chumbinho para acertar uma manada de elefantes! Para essa conta fechar para as pequenas empresas, uma das saídas eficazes é a contratação de uma Assessoria de Imprensa especializada.

Assessoria de Imprensa é uma atividade dentro da Comunicação Empresarial que trabalha para que as notícias de seu cliente apareçam na mídia e que consequentemente cheguem ao público-alvo. Não é propaganda e sim a divulgação espontânea da notícia a partir de uma informação interessante para o seu leitor. Com isso a empresa ganha visibilidade junto aos seus públicos-alvo de uma forma mais eficaz.

Com o advento da Internet, os jornais, revistas e TVs agora dividem seu público com os blogs, sites, portais e etc, e esses últimos podem – com apenas um comentário – levantar ou derrubar qualquer marca, produto ou serviço. Nesse ambiente a Assessoria de Imprensa pode também ajudar a empresa a se relacionar não só com as mídias digitais mas também com o consumidor final.

Por todas essas razões a UPPNA já incluiu desde o inicio no seu planejamento, os serviços de uma Assessoria de Imprensa. E junto com a PitchCom assessoria de imprensa especializada em PME – programou todo o processo de lançamento do MallGuide.Me, divulgação das ações inovadoras promovidas pelas empresas e muito mais. Para isso foi traçado um plano de ações para que passo-a-passo, as metas estipuladas fossem alcançadas.

O trabalho foi iniciado com ações específicas, entre elas a apresentação da Startup para a mídia geral e especialmente para os formadores de opiniões e os cadernos de tecnologia, blogs e portais. Nessa etapa, foi explorada a trajetória do negócio, sobre como tudo começou, seu time, como foi a captação de recursos e assuntos que aguçaram a curiosidades dos jornalistas e blogueiros.

Na segunda etapa trabalhamos informações sobre o produto: o app MallGuide.Me.  E a partir do lançamento oficial,  a Assessoria pode explorar em variadas editorias e mídias, a oportunidade de negócio que o app oferece para os lojistas, suas funcionalidades e vantagens para os usuários.  A cada novidade, a cada atualização, a assessoria deve se antecipar e divulgar as notícias para serem trabalhadas da melhor forma possível junto aos jornalistas e mídias de interesse.

Para mensurar melhor esse impacto, abaixo estão dois cases reais de divulgações em mídias importantes que a PitchCom nos ajudou a conseguir:

Gizmodo Brasil

Data: 23/03/2012

Resultado: Aproximadamente 1.700 downloads em 2 dias (110% de crescimento em relação à base anterior de usuários)

Veja São Paulo

Data: 25/04/2012

Resultado: Aproximadamente 3.000 downloads em 5 dias (36% de crescimento em relação à base anterior de usuários)

Fora isso o MallGuide.me já teve matérias publicadas em mais de 80 veículos diferentes, entre web-tv, revistas, jornais, blogs e portais de internet que demonstram a credibilidade que a UPPNA e o MallGuide.me estão ganhando entre os jornalistas e formadores de opinião. Esse tipo de investimento realmente vale a pena!

Disclaimer: Este post não foi escrito pela nossa assessoria de imprensa. :) 

Créditos para startups

Alice Sosnowski*

Com o crescimento do número de empresas nascentes no Brasil e o aumento da procura por investimentos, o acesso a crédito tem aumentado consideravelmente no país. Do microcrédito concedido a pessoas físicas e microempreendedores por meio de agências, cooperativas de crédito e bancos, a programas que oferecem dinheiro a taxas mais baixas para empreendedores iniciantes (como o programa Crescer, do governo federal).

Bancos privados também já lançaram programas para ajudar startups a aprimorar seus planos de negócio e obter acesso a linhas de crédito especiais. Os juros variam conforme a instituição, mas são mais baixos do que os juros cobrados no crédito pessoal.

Para startups voltadas para inovação, agências de fomento como a Finep oferecem opções interessantes. O programa PRIME (Programa Primeira Empresa Inovadora) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de empresas nascentes criando condições financeiras favoráveis para que elas procurem apoio na gestão do negócio. Já o BNDES tem o Criatec, um fundo para micro e pequenas corporações com investimentos de capital semente destinados à aplicação em empresas emergentes inovadoras.

Além destes acessos a crédito, o ecossistema de capital de risco brasileiro, apesar de incipiente, também está se expandindo. Hoje é possível apresentar planos de negócios para investidores anjos e instituições de venture capital e private equity em muitos eventos com este objetivo. Enquanto os investidores anjos oferecem recursos para o início e estruturação do negócio, o capital de risco entra para acelerar o crescimento da empresa. Por isso, neste caso, o dinheiro só chega para projetos de alto impacto e escaláveis.

Resta ao empreendedor pesquisar e saber qual fonte de investimento é mais aconselhável para o seu negócio, preparar um plano e um discurso vendedor e correr atrás dos meios para que sua empresa possa crescer.

 

Alice é jornalista e empreendedora. Especializada em tecnologia, empreendedorismo e inovação
Escreve para diversas mídias online e impressa e dirige o premiado blog de inovação ” O Pulo do Gato”

Vale a pena investir no próprio escritório ou no coworking?

Alice Sosnowski*

Várias dúvidas rondam a cabeça de um empreendedor em início de carreira: o produto vai decolar? Qual a melhor forma de promover meu serviço? Como contratar bons funcionários? Uma das questões envolve também o espaço físico onde a empresa irá funcionar e o custo para manter um escritório.

Levando em conta uma pequena sala de 30 metros quadrados em uma localização não central nos grandes centros urbanos, o valor de manutenção de um escritório varia entre 1.500 e 3.000 reais, contando aluguel, condomínio, IPTU, água, luz, telefone, internet e limpeza.

 

Para reduzir estes custos, muitos estão adotando os espaços de coworking, que são ambientes compartilhados com espaços comuns, salas, internet e café. A vantagem é que o empreendedor paga apenas pelas horas de uso. Quem utiliza somente para reuniões com clientes, pagará em torno de 100 reais para usar por 24 horas ao longo do mês. Um plano mensal completo custa de 500 a 800 reais, dependendo da localização e serviços oferecidos.

 

Além da economia, o empreendedor não precisa se preocupar com as demandas de um escritório próprio e pode se dedicar somente ao seu negócio.  Os espaços colaborativos também proporcionam networking. Frequentados por empresários e profissionais de diversas áreas, a troca de experiências é intensa. E esta interatividade é capaz de gerar novos negócios, amplificar ideias e criar inovações, um grande diferencial para os empreendedores.

 

* Alice é jornalista e empreendedora. Especializada em tecnologia, empreendedorismo e inovação
Escreve para diversas mídias online e impressa e dirige o premiado blog de inovação ” O Pulo do Gato”



 


Lean Startup na prática

Todo empreendedor que está pensando em apostar em uma ideia unica e inovadora já deve ter se deparado com o termo Lean Startup. Entretanto, muitas vezes as informações que acompanham essas duas palavras são muito técnicas, deixando o leitor ainda mais confuso. Aqui, vamos tentar simplificar um pouco e te explicar melhor do que se trata.

Criado pelo norte-americano Eric Ries, este conceito significa “fazer startups com pouco desperdício e ciclo de aprendizado rápido”, ou seja, é uma forma mais enxuta de pensar em startups. Para isto, é necessária a aplicação de três práticas:
- Desenvolvimento de clientes (customer development): Criação de um processo minucioso em que suas hipóteses sobre clientes, produtos e mercado são testadas e validadas.
- Desenvolvimento Ágil: Contar com o auxílio de metodologias como Scrum e XP para reduzir o tempo de desenvolvimento e, por meio de feedbacks, aumentar a velocidade do aprendizado.
- Plataforma Tecnológica como commodity: Utilização de diversas tecnologias (Ruby on Rails, WordPress, Google Adwords, Amazon EC2), serviços e frameworks para garantir baixo custo e uma maior agilidade.

O método já é rotineiramente utilizado nos Estados Unidos e vem gradualmente ganhando adeptos no Brasil. A UPPNA, claro, não poderia ficar de fora desta tendência.

Desde às fases iniciais de planejamento do nosso primeiro produto, o MallGuide.me, temos testado as hipóteses com clientes de todos os tamanhos e nos adaptado rapidamente aos feedbacks que recebemos. Durante quase dois anos de projeto tivemos inúmeras alterações e melhorias nos conceitos do produto, suas funcionalidades e no modelo de negócios, até chegarmos ao modelo atual que, por sinal, ainda não é definitivo e continua sofrendo adaptações.

Uma das mais significativas mudanças no MallGuide.me veio da conversa com muitos usuários de smartphones, onde percebemos que a funcionalidade que para nós era a mais importante, para eles era apenas algo complementar e que, na verdade, os usuários queriam mais destaque em outra função que estávamos deixando de lado.

Esta adaptação mudou tudo para nós, desde o conceito do produto até o modelo de negócios, passando ainda por adaptações nas áreas em que a empresa deveria colocar mais foco. Somos muito felizes por termos buscado esse feedback tão cedo no projeto, pois se não o tivéssemos feito, talvez quebrássemos a “cara” no lançamento do nosso produto.

Felizmente na UPPNA somos adeptos das metodologias de desenvolvimento rápido e trabalhamos com uma versão adaptada de SCRUM com Kanban, que nos permite responder rapidamente à estas mudanças. Nossa equipe de desenvolvimento utiliza algumas ferramentas para permitir que o desenvolvimento ágil ocorra até mesmo com a equipe toda trabalhando em Home Office, o que é uma grande façanha!

Finalmente, utilizamos o que há de mais novo em tecnologias disponíveis na web e procuramos manter tudo o que é possível na nuvem. Existem diversas ferramentas que utilizamos que, sem elas, nosso projeto seria muito mais difícil de ser realizado se fosse há alguns anos.

As tecnologias que utilizamos renderão um post especifico no futuro. Continue acompanhando nosso blog e deixe seu comentário com experiências vividas e dúvidas!

Home Office para startups, funciona ou não?

Em nosso último post compartilhamos com vocês como foram os primeiros dias de trabalho da UPPNA, em que reunimos a equipe para uma semana de integração que ficará na memória. Falamos, também, que esse momento foi essencial para criar uma sinergia entre todos e a empresa, já que depois os profissionais atuariam em Home Office. Agora, queremos contar porque definimos esta forma de trabalho e quais as nossas impressões.

A princípio, a escolha pelo desenvolvimento do trabalho em casa foi pautada em alguns conceitos como conforto, baixo custo e qualidade de vida. Acreditamos que este padrão de “bater-ponto” no escritório das 8h às 18h fazia sentido na época da revolução industrial. No mundo contemporâneo este modelo de trabalho não se encaixa, ainda mais para uma startup que tem como inspirações o Google, o Facebook, a SEMCO, entre outros.

É claro que toda escolha tem seus prós e contras. Depois de seis meses percebemos que trabalhando em casa as pessoas podem ajustar melhor seus horários para cuidar de assuntos pessoais e também se dedicar às questões profissionais com maior flexibilidade. O desgaste com o trânsito e os problemas com o deslocamento também são evitados, além de ter a possibilidade de trabalhar de pijama ou na beira da piscina. :)

Entretanto, trabalhar somente em casa é ruim para atividades que envolvam criação, como design e desenvolvimento de sistemas, pois em algumas situações a presença mais próxima ajuda a tirar dúvidas e resolver os problemas rapidamente.

Cada pessoa fazer seu próprio horário também pode, por vezes, se tornar um gargalo, visto que se for necessário falar algo urgente com um profissional, pode ser que ele não esteja trabalhando naquele momento.

A equipe também demonstrou sentir falta de um encontro mais frequente em que teria colegas para conversar, relaxar durante a hora do almoço, trocar impressões sobre o trabalho etc. Percebemos que a comunicação via Skype , e-mails e telefone ajuda, mas não é a ideal.  As pessoas querem conviver com os outros, sair de casa, andar na rua e desligar um pouco do trabalho. Quando se trata de Home Office, isto não acontece. Sem contar, ainda, o risco dos profissionais engordarem, já que se movimentam pouco e comem o tempo todo. :)

A UPPNA, que tem um escritório compartilhado em Santo André (SP), está estudando a viabilidade da criação de uma sede própria, mais perto para a maioria dos integrantes da equipe e que possibilite reuniões sempre que necessário ou então quando os profissionais quiserem variar a rotina do trabalho em casa.

Vale ressaltar que em relação aos aspectos jurídicos, o Home Office é protegido pelas mesmas leis trabalhistas que se aplicam aos trabalhadores de escritório. No dia 15 de dezembro de 2011, a presidente Dilma Rousseff sancionou uma alteração ao art. 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), dando legitimidade à equiparação das duas formas de atuação.

A empresa que optar pelo Home Office é responsável por ajudar a custear as despesas do trabalhador com internet, equipamentos, telefones, etc.

 

Você já experimentou trabalhar de casa? Comente conosco suas impressões e compartilhe esse texto, se ele te ajudou.

Tempo de integração, como fazer os profissionais se sentirem parte da equipe

Quando você pensa no seu primeiro dia de trabalho, qual imagem vem na cabeça? Seu chefe te apresentando rapidamente para o restante da equipe, mostrando as instalações da empresa e passando uma pilha de trabalho, certo? Pois a integração da equipe UPPNA foi diferente.

Já contamos aqui os diferenciais de nosso processo seletivo, e quisemos manter o mesmo conceito na semana em que a UPPNA iniciou efetivamente os seus trabalhos. Como toda a equipe trabalharia posteriormente em Home Office, quisemos proporcionar a eles um momento de união.

O nosso objetivo era compartilhar todas as informações sobre a nossa startup e o produto que seria desenvolvido, uma vez que na época o MallGuide.Me ainda era mantido em sigilo. Queríamos, também, construir os valores da UPPNA em conjunto com a equipe, para que fosse algo em que todos acreditassem e que gerasse uma sinergia entre as pessoas e a empresa.

Para isso, a dinâmica foi dividida em 5 dias. Nos dois primeiros tivemos uma abordagem mais burocrática, com a apresentação dos diretores, da empresa e do produto. As questões relativas à documentação, contratos, ambiente startup, mercado de aplicativos para smartphones, shoppings e metanóia também foram discutidos, assim como a definição dos valores e das metas (da empresa, individuais e pessoais).

O terceiro e o quarto dia foram dedicados à parte técnica. A equipe definiu quais recursos e parâmetros utilizariam para trabalhar e, em seguida, tiveram uma grande surpresa. Receberam os computadores, subsidiados pela UPPNA, que foram escolhidos por cada profissional durante a fase de contratação. Embrulhados de forma caprichada e com um cartão personalizado ressaltando as características percebidas durante a fase de recrutamento, os Macs tinham como função motivar o funcionário, além de proporcionar qualidade e excelência na hora de trabalhar. Com toda certeza, este foi um momento emocionante que ficará na memória de todos nós!

O último dia foi de muito trabalho, afinal todos estavam ansiosos para colocar a mão na massa e começar a desenvolver o aplicativo que logo estará nas mãos de todos vocês.

Quer saber o que nós achamos deste primeiro momento de integração da equipe? Então confira o vídeo que gravamos ao final desta primeira semana.

Faça parte da equipe UPPNA

Nos últimos posts contamos como realizamos o processo seletivo para escolher quem integraria nosso time de pessoas criativas, comprometidas e malucas por tecnologia. Hoje, temos um convite para fazer.

Estamos com duas vagas em aberto e queremos que VOCÊ deixe a nossa equipe ainda mais completa. Buscamos trabalhar com pessoas com energia, garra, criatividade e uma grande disposição para empreender. Além disso, é fundamental querer criar algo do qual sinta orgulho.

Em troca, oferecemos um lugar para você compartilhar seus talentos enquanto aprende, se desenvolve e se diverte.

Desenvolvedores iOS e profissionais comerciais de Mídia Digital, preparem-se! Vocês podem ser os novos contratados da UPPNA. Saibam mais sobre as vagas e BOA SORTE!

Desenvolvedor iOS

Comercial de Mídia Digital

Processo de seleção: definindo a equipe certa

Na semana passada começamos a contar como realizamos a seleção da equipe UPPNA. Se você perdeu, não tem problema, é só voltar e ler como definimos o conceito do processo seletivo e o perfil do profissional que buscamos!

Agora, se você já acompanha a nossa “série de posts“, deve estar curioso pela parte final onde revelaremos quem trabalha pesado para colocar o MallGuide.me na palma da sua mão!

Depois de analisar os 83 candidatos que preencheram os formulários que criamos, identificar – por meio de entrevistas – quais tinham a personalidade mais adequada para a nossa startup e criar testes práticos para verificar seus desempenhos profissionais, entramos em contato com as pessoas que passaram na última entrevista para fazer uma proposta de trabalho e formalizamos este interesse por email.

Como neste momento ainda não tínhamos o aporte financeiro de todo o valor necessário para a UPPNA começar a funcionar de fato, enviamos também uma pré-proposta, que estava diretamente atrelada à obtenção de investimentos por parte da nossa startup.

Foi um processo longo e bem detalhado, mas nos permitiu conhecer pessoas muito bacanas! Abaixo apresentamos um gráfico analítico do processo de seleção para as seis vagas iniciais:

Os candidatos que não atenderam às nossas necessidades, em todas as fases do recrutamento, receberam um email de “desclassificação” onde agradecemos pela participação e explicamos em detalhes os motivos pelos quais eles não foram escolhidos. Acreditamos que, desta forma, transparecemos quais pontos precisavam ser melhorados e auxiliamos o desenvolvimento profissional de cada um. Afinal, também já passamos por diversos processos de seleção e sabemos como é ruim sermos desclassificados sem sabermos no que precisamos melhorar.

Ao final de todo este processo, finalmente tínhamos um time de pessoas criativas, comprometidas e malucas por tecnologia:

Adriano Arruda – WebDesigner
Bruno Correia – Desenvolvedor iOS
João Henrique Machado  - Desenvolvedor iOS
Kleber Virgilio – Desenvolvedor Rails
Maurício Voto – Desenvolvedor Rails
Renata Renault – Analista de Mídias Sociais

Com o passar o tempo e o aumento da demanda de trabalho, a nossa equipe ficou ainda mais completa com a Flávia Garcia – Analista Coletora de Dados, e com o apoio de dois profissionais freelancers: João Paulo Franco e Lucas Allan Amorim.

Como o mundo das startups brasileiras está fervendo, no final de outubro o João Henrique deixou a UPPNA para empreender em projetos pessoais e também entrar nesse caldeirão.

O que você achou deste processo de seleção e da nossa equipe? Compartilhe conosco suas impressões e experiências em recrutamentos!

PROMOÇÃO no Twitter!!!

Você sempre quis começar uma startup, mas nunca soube como? Ou já está nesta batalha e quer aprender com os bons como ter sucesso? Então dê uma mãozinha para a sua sorte e concorra a 8 livros super bacanas:

  • A Empresa de Corpo, Mente e Alma – Roberto Tranjan
  • A Estratégia do Oceano Azul – Renée Mauborgne
  • Biografia Steve Jobs – Walter Isaacson
  • Business Model Generation – Alexander Osterwalder e Yves Pig (Em inglês)
  • Lean Startup – Eric Ries (Em inglês)
  • Rework – 37Signals (Em inglês)
  • Satisfação Garantida – Tony Hsieh
  • Virando a Própria Mesa – Ricardo Semler

Quer saber como?
É fácil! Basta seguir a @UPPNA e dar RT na seguinte frase: “Biografia do Steve Jobs, The Lean Startup e mais outros 6 livros inspiradores. Eu quero ganhar esse kit da @UPPNA! http://kingo.to/UUF“.

Ah! É imprescindível colocar o link encurtado da kingo para validar a sua participação, viu!

BOA SORTE!

Processo de seleção: conheça o seu candidato

Em nosso último post começamos a contar como escolhemos a equipe que está trabalhando duro para colocar o MallGuide.me na palma da sua mão. Depois de falar dos conceitos e ideais para a criação do nosso processo seletivo, queremos dividir com vocês como foram as fases eliminatórias.

Ao analisar os questionários enviados pelos 83 candidatos às 6 vagas ofertadas, definimos quem prosseguiria para a próxima etapa: uma entrevista inicial realizada por telefone ou Skype. Neste momento, questionamos interesses profissionais, aspectos gerais da experiência de cada um e lançamos um desafio prático que consistia em realizar uma tarefa específica em dois ou três dias.

Com base nos materiais enviados, elegemos quem prosseguiria no processo e marcamos uma entrevista presencial ou uma video-conferência, caso a pessoa não morasse em São Paulo. Já os candidatos que não enviaram o teste dentro do prazo, foram desclassificados.

Na segunda, entrevista procuramos validar as experiências e informações descritas pelo profissional, questionar as soluções que ele utilizou para completar o desafio e ainda entender seus valores e objetivos. Entendemos, assim, que tão importante quanto as conquistas e resultados ao longo da carreira, são os sonhos e anseios das pessoas.

Ao final de todo o processo, tínhamos os selecionados e uma experiência muito bacana para contar.

Quer saber como tudo isso terminou e quem são os integrantes da equipe UPNNA? Continue acompanhando o nosso blog, logo revelaremos isso para você!